quinta-feira, 14 de março de 2013
Empty
Então, muitos relacionamentos vêm e vão. Eu sento e me pergunto onde o tempo voa, onde todas as pessoas têm ido, que uma vez tinha valor sentimental em minha vida. Nós, como seres humanos, somos propensos a dor, a mágoa. Parece que é mais fácil de esquecer o nosso passado, do que lembrar. Às vezes eu tropeço em cima de réplicas do meu passado-cartas, mensagens, fotografias, eu me pergunto o que foi o ponto de todas estas memórias, o que eles fizeram para mim como um ser humano, por que eu preciso deles. É estranho como nós tropeçamos sobre as pessoas, amá-las, partilhar memórias com eles, e então desaparecem. O vento fole-los em sua vida e tão repentina, e erupção cutânea dispersa-los de sua existência. Gostaria de saber qual é o ponto de interação humana, o que é o ponto de correr riscos no desenvolvimento de um relacionamento de qualquer. Classificar-se é propenso a falhas Sento-me no meu trono inexistente e admiração... Onde tem ido o meu reino.
quarta-feira, 13 de março de 2013
Alegoria de um falso vagabundo
Por mais que parecesse, no fundo ele nunca se importou. Era um cara de espírito forte, emoção ativamente brusca. Parcela de um ser humano, humano. Sensível. Insano. Maluco. Tímido. A procura da mulher devoradora, o que o faz um cachorro.
Confusões e mais confusões na mente desse homem acanhado onde se passa a mulher dos seus sonhos, ao acordar excitado.
O que ela era pra ele? Ninguém poderia imaginar, nem o mesmo saberia concretizar. Seria invisível? Não... Na cabeça dele não se passa imaginações irreais. Tinha esperanças de encontrar a musa do sonho, de todas as noites, a causadora da sua insonia.
Em uma segunda feira morta, como todas as segundas, ás 07:30 da manhã, ele acorda, pensando estar atrasado, para o seu primeiro dia de trabalho. Levantou-se da cama correndo, vestiu uma roupa social, tomou café, saiu do prédio e pegou o seu carro e foi de encontro a empresa. Na sala, ficou meio intrigado e feliz ao mesmo tempo, pensando que ficaria sozinho. Ele e o sistema. - O sistema, e ele. Fazendo o seu serviço, olhou pro lado, especificamente para a porta. Tombou seu corpo para frente, ao dar um chute, pra fecha-la. Antes desse ato, uma mulher maravilhosa aparece. Calma! Maravilhosa é pouco, não se tem adjetivo. Mas era uma meio morena, e meio loira.
A primeira coisa que ele disse, com a voz um pouco engajada, foi: - É... Quem seria, é... (gaguejou, novamente) Você. Digo. Bom dia!
Ela sorriu, com os lábios mais carnudos e gostosos. - Ele nunca tinha visto isso antes. E logo falou, mostrando nenhum interesse por ele, deixando - o irritado por dentro.
- Oi. Meu nome é Anatelle. Vou ser tua secretária. Posso entrar?
Ele levantou, desajeitado, meio embaraçoso.
- Bom, Anatelle. Que nome... Estranho. Eu sou o Liam. Prazer. Entre, e sente-se, não repara a bagunça.
- Pode deixar. Ela franziu a sobrancelha, olhando os papeis esparramados no chão.
- Desculpa, acabei de me mudar pra cá. É meu primeiro dia.
Ela notou, porem, calada e firme.
Conversaram durante horas, falaram sobre o que iriam fazer, ela ensinou a ele como não ficar nervoso. E ele contou suas histórias de quando criança, sem nenhum intuito de impressiona-la, afinal, ela demonstrou não ter interesse em caras novos. Uma coroa, de 26 anos, como ele pensou, ao desenvolver do papo, nunca ficaria a fim dele. Risos rolam, ela o chama de bobo, ele o chama de linda, e logo toda aquela impressão fria acaba, no primeiro dia. Ela foi para casa e ele continuou. Levantou-se da cadeira, arrumou tudo, seguiu as dicas dela. E os dias se passaram, e toda aquela rotina, surgiu novamente, como um rótulo. E todos os dias, ela estava lá, com ele, trabalhando, pesquisando, se entretendo.
Uma noite chuvosa aconteceu, trovões, relâmpagos. Ela demonstrou medo, ele a abraçou e sentiu o seu corpo gelado, e a pele mais doce, que nunca tinha tocado em alguém antes. Ela recuou.
- Não sou como as outras, Liam. Não vai achando que... - Ele a interrompeu, com a mão na boca dela. - Não fala nada, murmurou. Logo em seguida, puxou seus lábios, ela surpresa, e cansada de fingir não querer ele, foi deixando o garoto fazer o processo. Com as mãos na cintura dela, ele a trouxe ao colo dele, na cadeira, e abriu as suas pernas, direcionado a cada lado do seu quadril. Ele se mexeu um pouco e ergueu a cabeça até o seu pescoço, dando leves mordidas, abusando dela, lentamente. O seu propósito era ouvir cada gemido afagado no seu ouvido, e uns gritos, de tesão. A cada movimento que houve, cada chupada até a foda completa estimulada de orgasmos, com preliminares extremamente sacanas de ambas partes, o que dá a vontade de voltar sempre no mesmo lugar, com a esperança de acontecer novamente... Mais e mais. Sem fim.
terça-feira, 12 de março de 2013
Sem sentido
Eu te encontrei, te avistei, te senti e te amei, só não te esqueci.
Queria te ligar, te dizer tudo que está passando na minha mente nesse momento. Porque tudo que eu preciso te dizer é muito mais do que palavras, é muito mais do que eu posso descrever.
Olho pra mim e reflito que quero seu abrigo. No seu coração ser a minha morada, meu refúgio mais certo para meus dias incertos, como estes.
Se tu ao menos soubesse o quanto eu te quero, o quanto eu te estimo, não valeria de nada. Meu coração está cansado e eu prefiro gostar de ti e manter o meu silencio.
Talvez aquele cara seja a sua melhor opção de ser feliz. Eu quem não sou, e tenho a consciência Porque se eu fosse... Seria escolhido.
Prefiro ficar aqui conjugando frases, meus desabafos, minhas palavras embaraçosas sem sentido algum, até o dia em que eu conseguir te tirar da minha cabeça.
Se um dia olhar para trás, e ver naquele tempo que eramos nós, vai saber, o quanto eu te quis aqui. Mas agora, não da mais. Preciso me libertar.
Assinar:
Postagens (Atom)